A directora da EPC 4 de Outubro, Gertrudes, considera acertada a decisão do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano desta adiar o início do ano lectivo, inicialmente previsto para 2 de Fevereiro, devido às inundações que afectaram várias regiões do país.
Por: Fádiga Muhave
Falando no âmbito do projecto “Melhorando os Resultados de Aprendizagem nas Escolas da Cidade de Maputo”, promovido pelo Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) em parceria com a Rádio Voz Coop, a directora afirmou que o adiamento foi uma medida necessária.
“O adiamento das aulas não foi uma escolha, foi uma necessidade. As escolas precisavam desse tempo para se reestruturarem depois dos danos causados A inundações.
Valeu a pena o Ministério ter tomado essa decisão.”
Segundo explicou, embora a EPC 4 de Outubro não tenha sido directamente afectada a pelas cheias, a escola registou danos numa das salas que havia sido reabilitada com apoio do CESC.
“A escola, no âmbito das inundações, não sofreu cheias, mas tivemos problemas numa sala reabilitada. Estamos a fazer todos os esforços para solucionar a situação.”
Gertrudes garantiu que, apesar dos desafios enfrentados, estão criadas as condições para o arranque do ano lectivoEu de 2026.
“São vários os desafios que enfrentamos, mas estamos prontos para iniciar as aulas.”
O adiamento do início das aulas para o mês de Março permitiu que várias instituições de ensino realizassem trabalhos de limpeza, reparação e reorganização, garantindo maior segurança para alunos e professores.
Com a aproximação do novo ano lectivo, a EPC 4 de Outubro assegura estar preparada para receber os alunos, reforçando que a decisão de adiar o arranque das aulas foi determinante para assegurar melhores condições de ensino e aprendizagem nas escolas afectadas pelas intempéries.