Chipe Miguel aponta capim alto, águas estagnadas e valetas como focos de reprodução do mosquito transmissor
A malária continua a ser uma das doenças que mais mortes provoca em Moçambique, e a proliferação do mosquito transmissor está directamente ligada às más condições ambientais, alertou o ambientalista Chipe Miguel.
Durante a sua participação no programa Conversa e Saúde, nesta quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2026, o ambientalista destacou que o aumento de casos está associado à multiplicação do mosquito em áreas com capim alto, águas estagnadas e valetas não drenadas.
🦟 Ambientes propícios à reprodução do mosquito
Segundo Chipe Miguel, a falta de saneamento adequado e a acumulação de água criam condições ideais para a reprodução do mosquito transmissor da malária.
“Uma das doenças que podem levar à morte é a malária, causada pela picada do mosquito, que tem-se multiplicado no capim, em águas estagnadas e nas valetas”, afirmou.
O ambientalista sublinhou que a prevenção passa necessariamente por acções comunitárias de limpeza e eliminação de focos de reprodução.
⚠️ Malária continua a ser ameaça mortal
A malária é transmitida pela picada do mosquito Anopheles, sendo considerada uma das principais causas de mortalidade no país, sobretudo entre:
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Crianças menores de cinco anos
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Mulheres grávidas
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Pessoas com sistema imunológico debilitado
Especialistas defendem que, além do uso de redes mosquiteiras, é fundamental reforçar campanhas de saneamento básico e educação ambiental.
🌍 Responsabilidade colectiva na prevenção
Chipe Miguel apelou à participação activa das comunidades na remoção de águas paradas e no corte regular do capim em zonas residenciais.
A luta contra a malária, segundo o ambientalista, não depende apenas do sector da saúde, mas também de políticas ambientais eficazes e do envolvimento da população.
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